Conto: Feito para sexta a noite [18+]

Trilha sonora para este texto: https://www.youtube.com/watch?v=ncObwOWDT0Q

Olhava o relógio a cada 5 minutos, o tempo demorava a passar. Ficava pensando que ”o relógio estava de mal comigo”.  E então depois de um dia extenso, finalmente… Fim do expediente.  Ela corre até o banheiro pra dar aquela ajeitada no cabelo, passar um batom e umas borrifadinhas de perfume…

E então sai apressada do prédio. Tem alguém esperando encostado num carro e bem em frente, aguardando também com ansiedade.  Ela pergunta qual a surpresa, e ele finge não ouvir.  Eles a abraça com paixão e lhe dá um beijo e diz que eles precisam se apressar. Entram no carro e ele dirige com certa felicidade. No carro, tocam músicas que ele preparou especialmente pra aquela ocasião. E a melodia de Imbranato percorre por todo o carro e de certa forma ela sabe o que significa. E enfim chegaram…

O lugar já estava preparado, tinha velas, flores… um filme ia passando pra ela enquanto ele dava os últimos retoques no jantar.

Ele fica olhando pra ela, o charme como ela ri, ou como se emociona fácil. Afinal de contas é só um filme. O jeito como aquele vestido fica bem nela, e aqueles cabelos que caem no rosto dela com tamanha maestria. Ansiosamente ele termina o jantar.

Deita com ela por dois minutos enquanto enche-a de beijos, envolve-a com tanto amor que por pouco não se fundem… e então chama-a para jantar. Como não gostar, ele agradá-la como ninguém ( não sei se podem imaginar, mas o jantar continha carne, molho, champignon  e um vinho pra acompanhar  … e um suco de uva). De sobremesa  um POUCO de sorvete. 🙂

E então, ele liga o som e começa a tocar novamente aquela trilha sonora especialmente preparada. Ele puxa-a para dançar. E como é bom, sentir um ao outro assim tão próximo, tão bem, tão apaixonado.  Eles começam a se beijar tão ardentemente, e percorrem um rápido caminho até chegar na cama. Antes de deitá-la ele tira o seu vestido, e deixa a mão percorrer por todo corpo dela que também anseia pelo toque dele.

Ele a deita e a acaricia. E a beija-a por todo corpo. Provoca calafrios. Tira a roupa e volta a apertá-la com ardor, eles liberam uma energia forte e quente, de duas pessoas que se desejam consumir. Ele brinca com o pescoço dela, passando levemente a barba, morde a orelha e diz palavras que ele sabe que tem que dizer. Vai.

E não há mais como controlar. O ritmo de início é lento, ele segura a mão dela acima da cabeça, e então mais velocidade. Até se esgotarem.  Acabou. Por enquanto. Que ainda está só começando. E então ela se aninha nele, como quem não pode se desgrudar. E a respiração lentamente vai voltando ao normal.

huuuuum, ta quente aqui né?!

 

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